PORTAL NIPPOBRASIL ONLINE - 13 ANOS
-
Fale conosco: adm@nippo.com.br   
Sexta-feira, 18 de maio de 2012 - 15h33
DESTAQUES:
-
  Empregos no Japão

  Busca
 
  NippoBrasil
   Opinião
   Circuito
   Notícias
-
  Variedades
   Agenda
   Aula de Japonês
   Automóveis
   Artesanato
   Beleza
   Bichos
   Cultura-Tradicional
   Culinária
   Dekassegui
   Dinheiro
   Ensaio NB
   Entrevistas
   Especial
   Haicai
   Horóscopo
   Mangá
   Pesca
   Saúde
   TV NHK (Japão)
   Turismo-Brasil
   Turismo-Japão
-
  Esportes
   J.League 2010
   Copa do Mundo 2010
-
  Especiais
   Salão do Automóvel
   Bomba de Hiroshima
   Festival do Japão
-
Colunas
   Conversando de RH
   Vida com Deus
     Roberto Shinyashiki
-
  Classificados
   Econômicos
   Empregos no Brasil
   Guia Profissionais
   Imóveis
   Oportunidades
   Ponto de Encontro
-
  Interatividade
   Fale com a Redação
-
  Institucional
   Quem somos

MTE quer regulamentar envio de
trabalhadores brasileiros ao Exterior

As empresas seriam responsabilizadas caso as promessas não sejam cumpridas
 

Trabalhador brasileiro no Japão: Ministério do Trabalho e Emprego quer criar regras para envio de mão de obra ao Exterior

(Reportagem: Marcello Sudoh/IPC | Foto: Kyodo)

O governo brasileiro quer regulamentar as empresas que enviam brasileiros para trabalhar no Exterior. A proposta faz parte do documento Política Nacional de Imigração e Proteção ao Trabalhador Migrante, publicado no início de julho pelo Conselho Nacional de Imigração (CNIg), órgão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

De acordo com o presidente do conselho, Paulo Sérgio de Almeida, atualmente o envio de trabalhadores para empreiteiras no Exterior não é oficialmente reconhecido como atividade econômica, apesar de existir há anos. “O que estamos fazendo com essa proposta é reconhecê-la e pedir que seja regulamentada”, comentou.

Em abril de 2008, o CNIg criou um grupo para acompanhar os efeitos da crise sobre os trabalhadores brasileiros no Exterior. Foi quando surgiu a ideia de criar regras para as empreiteiras, que o governo chama de “agências de recrutamento e envio de brasileiros ao Exterior”. Almeida diz ser preciso criar regras para o processo de recrutamento, seleção, preparação, registro e envio de trabalhadores brasileiros ao Exterior. “Essas empresas precisam ter procedimentos a cumprir para que não haja nenhum tipo de exploração ou dano ao migrante. O brasileiro precisa sair do País bem informado, conhecendo os termos do seu contrato de trabalho no Exterior, para que não haja nenhum problema depois.”

O presidente do conselho diz que já há um projeto para a regulamentação, que inclui itens como a criação de um cadastro de agências e regras específicas a serem cumpridas. A proposta foi encaminhada à Casa Civil da Presidência da República, que vai verificar junto a outros ministérios a viabilidade da medida.

Endividamento

Nem sempre as promessas feitas por algumas agências no Brasil são cumpridas pelos empregadores no Japão. “As empresas que enviam mão de obra ao Exterior precisam ser responsabilizadas caso aconteça algo”, defende o presidente do CNIg.

No Japão, por exemplo, órgão público da província de Ibaraki informa que agências estariam trazendo trabalhadores para a região mesmo sem garantia de emprego. Atualmente já existe um número grande de brasileiros desempregados à procura de vagas nas Hello Work (agências públicas de emprego) da região. Os trabalhadores que chegaram há pouco tempo estariam se endividando à espera de um posto de trabalho. Trata-se de uma prática antiga que se agravou com a crise.

A mesma situação enfrentada por trabalhadores brasileiros no Japão acontece nos Estados Unidos e países da Europa. A diferença é que a migração para esses locais é irregular. “Além disso, lá o trabalhador migrante parte para viver na casa de um amigo ou parente, sem oferta de emprego, e vai se virando até achar algo. No caso do Japão, o recrutamento é feito ainda no Brasil, mas, na prática, acaba sendo igual, pois não se tem 100% de certeza de que o emprego estará mesmo à espera”, afirma Almeida.

Atualmente já existem convenções internacionais que orientam os países a regulamentar as empreiteiras. É o caso do Artigo 3 da Convenção 97 da Organização Internacional do Trabalho(OIT), sobre trabalhadores migrantes. O Brasil e outros 48 países são signatários do documento, e a proposta da CNIg segue as diretrizes da convenção. “Um outro lado dessa política foi a anistia aos estrangeiros em situação irregular no Brasil, no ano passado, enquanto outros países criavam obstáculos para a permanência deles”, lembra Almeida.

 
  Arquivo - Dekassegui
• Coberturas previdenciárias do Empreendedor Individual
• Empreendedor Individual: Limite de faturamento anual sobe para R$ 60 mil
• Programa do Empreendedor Individual se aproxima dos 2,2 milhões de formalizados
• Missões divulgam, em 2012, novo Acordo Previdenciário Brasil-Japão
• Palestra sobre Acordo Previdenciário Brasil-Japão no Bunkyo
• Mais de 150 mil microempreendedores formalizaram seus negócios em São Paulo
• Retornando ao Brasil – informações úteis (parte2)
• Retornando ao Brasil – informações úteis (parte1)
• Novo modelo de sistema de controle de estrangeiros no Japão acessível em Português
• Gifu faz raio X de comunidades estrangeiras pós-crise - parte 2
• Gifu faz raio X de comunidades estrangeiras pós-crise - parte 1
• Após terremoto, Japão pretende investir mais no exterior
• Economia do Japão volta a crescer em 2011
• Oferta de emprego aumenta no Japão, mas cenário é de cautela
• Governo quer checar situação escolar dos filhos ao renovar visto
• Transportadora dá golpe na comunidade
• Governo quer garantir estabilidade para trabalhadores nikkeis
• De mudança para a casa dos pais
• Vontade de conhecer avós leva crianças a aprender português
• Brasileiros retornam ao País, mas cabeça continua no Japão
• Justiça: governos discutem casos de brasileiros que fugiram do Japão
• Proposta de trabalho faz irmãos recomeçarem a vida em Manaus
• Sindicatos rebatem acusação do governo
• Eles não pensam em retornar ao Japão
• Brasil e Japão tentam acordo bilateral nas áreas penal e cível
• Governo critica sistema de mão de obra terceirizada
• Pesquisa na comunidade mostra forte queda na renda e no emprego
• Ministro explica acordo previdenciário
• Jovens brasileiros trabalham para bancar os estudos no Japão
• MTE quer regulamentar envio de trabalhadores brasileiros ao Exterior
• Brasileiro dá exemplo de superação após perder a visão em acidente
• Audiência pública rejeita taxação sobre remessa do Exterior
• Diminui número de brasileiros no Japão
• Nikkei vem pela primeira vez ao Brasil para conhecer terra natal
• Estrangeiros terão novo documento de identidade
• Mudança na Lei de Imigração pode beneficiar trabalhadores brasileiros
• Crise arrefece, mas achar emprego continua difícil
• Brasileira pioneira relembra chegada dos compatriotas em Hamamatsu
• Oferta de emprego permanece instável
• Abandonados por dekasseguis e pela falta de legislação entre Brasil e Japão
• Desabrigados de Hamamatsu são acolhidos em igreja evangélica
• De volta aos bancos escolares
• Brasileira dribla a crise e investe em em loja de doces e sobremesas
• Nova lei aumenta adicional de quem faz mais de 60 horas extras
• Maioria dos brasileiros está com contrato de trabalho irregular
• Crimes de brasileiros diminuem 15,5%
• Estaleiro pernambucano contrata soldadores dekasseguis
• Departamento de Imigração sugere tratamento diferenciado aos nikkeis
• Governo define plano de imigração
• Sindicatos criticam mudança na lei trabalhista proposta pelo governo
• Empreiteiras apreensivas com reforma da lei trabalhista
• Governo propõe novas regras para empreiteiras
• Crise faz dekassegui mudar hábitos de consumo
• Brasileiro acusa entidade pública de discriminação
• Pais podem receber subsídio mesmo com filhos no Brasil
  © Copyright 1992 - 2011 - Jornal NippoBrasil - Todos os direitos reservados - www.nippo.com.br