|
Você
está contente com o nível de acontecimentos em sua
vida? Não? Então, olhe os espaços em sua
volta. Sua gaveta está em ordem ou entulhada de coisas?
Seu armário guarda coisas inúteis? E o seu arquivo
de correspondência? Agora, sinta os seus espaços
internos. Sua mente está leve, ou desordenada? Você
está animado, ou consumido pela frustração?
E as sensações de bem-estar?
Para que as coisas novas possam entrar em nossas vidas, é
necessário criar espaços vazios. Assim, temos que
estar atentos para não retermos o que não tem mais
função para nós. Todos os bens precisam estar
sendo utilizados, tanto o dinheiro, os imóveis, como também
os nossos talentos e as habilidades, procurando fazê-los
circular.
Precisamos analisar com que intuito guardamos algumas coisas
materiais, apesar de não nos servirem mais, pensando que,
talvez um dia, possamos vir a necessitar delas. Percebamos que,
atrás disso, existe a crença de que, quando isso
vier a acontecer, não vamos ter condições
de comprar outro novo. Essa crença afeta nossa prosperidade
financeira...
E, quanto às culpas, críticas, cobranças
que geramos num momento de engano e guardamos até hoje?
É preciso jogar fora essas negatividades criadas em relação
a nós próprios e deixá-las passar, entendendo
que o erro foi funcional para o nosso aprendizado na época
da experiência e compreender que guardá-las pode
se tornar nocivo à nossa saúde.
Portanto, vamos cuidar, mantendo o que ainda é útil
e nos desfazendo daquilo que não tem mais função
hoje na nossas vidas. Por exemplo, aquela roupa que não
serve mais porque você emagreceu (você acredita que
vai engordar de novo?) e aquela sensação desconfortável
de quando ficou desempregado (mas você já conseguiu
outro emprego...).
Espaços são possibilidades de realização.
Então, vamos criar esses vazios para serem preenchidos
com as bênçãos do universo, na absoluta fé
de que, quando cuidamos do nosso espaço, seja exterior,
seja interior, a vida o faz também.
|