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Qual
é a sua idade? Na realidade, o que conta não é
quantos anos você viveu, mas quanto de vida está
absorvendo hoje. Nosso corpo, no decorrer do tempo, vai refletindo
os sinais do desgaste natural, mas ele se conserva e mantém
a resistência, conforme a vontade de viver que vem da sua
alma.
Nos
primeiros anos de vida, enquanto crianças, que vitalidade!
A impressão é de que elas estão ligadas a
uma freqüência de energia diferente dos adultos...
Vivem uma fase de muito interesse, de descobertas desse mundo
concreto que as levam a desenvolver atividades e, nesse constante
exercitar, absorvem a energia vital necessária, por meio
dos alimentos e da energia dos elementos do próprio meio
ambiente.
É
a alma chegando para a vida com o pleno desejo de realizar os
seus propósitos nessa encarnação, mas, à
medida que vamos tomando contato e aceitando os diversos valores
impostos pela sociedade, os padrões de convivência
que oprimem, os falsos conceitos de realização veiculados
pela mídia, vamos também enfraquecendo a nossa vitalidade
porque, com essa postura, vamos nos distanciando das metas traçadas
pela nossa alma.
Com
isso, não mais percebemos os encantos do mundo, o colorido
do dia-a-dia e as infinitas possibilidades disponíveis
de realização, fechando-nos para a vida e, conseqüentemente,
não nos alimentando da energia vital necessária
para a manutenção da vida em nós. Assim,
com a perda da vitalidade, abrimos espaço para a doença
se instalar. Entretanto, se nos mantivermos ativos, a nossa energia
vital também se manterá.
Perceba
a disposição que sentimos após exercitarmos
o nosso corpo e também como atrofiamos quando não
o utilizamos adequadamente. Portanto, vamos buscar cada vez mais
a consciência diante dos fatos, das pessoas com quem convivemos
e de nós próprios e, sem medo, exercitar nossos
potenciais diante dos desafios e participar desse processo maravilhoso
de crescimento que é a vida.
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