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(Texto:
Minami Keizi | Foto: Divulgação)
O
homem não ama como a mulher. A sua afeição
é mais egoísta. Quando uma mulher honesta
dá o seu amor, é para sempre e a sua dedicação
não depende dos atrativos, como sucede ao esposo.
É
verdade que há esposas que cometem o erro fatal de não
se manterem tão atraentes como eram antes do casamento
. Pensam bastar-lhe o seu valor real para prenderem o marido,
e que não é preciso cuidar de encantos, vestuários
e maneiras.
Mas,
se a companheira trouxe decepções ao marido,
ele deve examiná-las e verificar se, em parte, não
é culpado dessa falta. Uma mulher tem pouco gosto
de se vestir bem, quando o marido só sabe criticar-lhe
mordazmente o penteado ou o vestuário.
Não
é fácil para uma mulher ser amável e falar
afetuosamente a um homem que só ralha com ela e faz observações
rabugentas. A mulher não pode criar sozinha a felicidade
do lar.
E
por que ele acha justo falar com a esposa num tom que não
se usaria com outra mulher?
Tente, durante algum tempo, usar louvores e amabilidades.
Deixe as repreensões.
O
louvor estimula, a censura deprime.
Quando um casamento é o que deve ser, o verdadeiro
romance começa no dia das núpcias.
Muitos
homens ignoram o pouco que é preciso para uma mulher
ser feliz. Se se souber amada, suportará a pobreza e
as privações, só para dar encanto e conforto
ao lar. Mas, se o seu coração não viver
satisfeito, ela irá se deprimir, embora viva num palácio
rodeada do maior luxo.
Nenhuma
fortuna pode substituir na mulher a afeição e
a estima do seu marido, manifestadas em inúmeras e pequenas
delicadezas.
O
grande escopo de todos os recém-casados devia ser evitar
a monotonia, o aborrecimento, e conseguir a conservação
não só do amor, como dos testemunhos desse amor,
mantendo um ambiente de afetuosa disposição.
A
felicidade do lar reside na força dos dois.
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